Professora esfaqueada: o que se sabe sobre o ataque em escola de Caxias do Sul

Uma professora foi esfaqueada dentro da sala de aula na Escola Estadual de Ensino Fundamental João de Zorzi, localizada no bairro Centenário, em Caxias do Sul, na tarde de terça-feira, 01 de abril. Segundo informações da polícia, o ataque foi cometido por três estudantes do 7º ano, com idades entre 13 e 15 anos.

A vítima, uma professora de inglês, foi atingida por diversos golpes de faca e encaminhada ao hospital. Apesar das múltiplas lesões, ela não corre risco de vida, conforme informou a Prefeitura.

Ataque premeditado e câmeras violadas

De acordo com a investigação inicial, as câmeras de segurança da escola foram violadas momentos antes do ataque, o que levanta suspeitas de premeditação. A polícia apura ainda a informação de que outros alunos sabiam previamente do plano.

Três adolescentes foram apreendidos pela Brigada Militar logo após o ataque: dois meninos, de 14 e 15 anos, e uma menina de 13 anos. Todos são estudantes da escola. A Secretaria Municipal de Educação afirmou, por meio de nota, que os adolescentes já estavam sendo acompanhados pela instituição de ensino.

Motivação ainda desconhecida

Até o momento, não há confirmação sobre o que teria motivado o ataque. A Brigada Militar e a Polícia Civil seguem investigando o caso para esclarecer os detalhes do ocorrido.

Autoridades se manifestam e aulas são suspensas

A Prefeitura de Caxias do Sul informou que está prestando todo o suporte à comunidade escolar e que a prioridade é o acolhimento dos professores e estudantes.

O prefeito Adiló Didomenico se manifestou por meio de um vídeo no Instagram, prestando solidariedade à professora e à comunidade escolar, e afirmou que medidas estão sendo adotadas para prevenir novos episódios. Ele também relatou ter recebido uma ligação do governador Eduardo Leite, embora o governo do Estado ainda não tenha se pronunciado oficialmente.

Em resposta ao ocorrido, as aulas da rede pública municipal foram suspensas nesta quarta-feira, medida que afeta mais de 80 escolas da cidade.

Com informações do Jornal Correio do Povo.

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